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Autor Tópico: Revisitando o Standard de Cidade  (Lida 4984 vezes)

El_gordo

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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #15 em: 27 de Junho de 2008, 12:48:00 »
E a propósito disso é que ontem surgiram umas ideias interessantes... para "recauchutar" o Standard sem lhe perder as vantagens. :-)||
Ok, acho bem.
Como poderiamos alterar o percurso do comboio, sem aumentar muito mais o standard em largura?

Bem, se retirarmos a definição da largura presente no standard formal, podemos no entanto mantê-la informalmente parecida. Vamos supôr que decidimos ter uma largura 7: o traçado da via férrea ganha imenso em flexibilidade, e por outro lado na ausência de fatias de dimensão "fixa" a própria organização dos quarteirões ganha, podendo surgir quarteirões ou avenidas com princípio e fim ou atravessados por via férrea.
Mesmo se optarmos por manter a largura 6, podemos por exemplo não obrigar o comboio a passar na última BP, que pode ficar para cenário (e isto é só um exemplo).
O que interessa reter é que com uma diminuição das restrições do standard podemos na mesma criar módulos absolutamente iguais aos que já temos, e voltar a fazer cidades como a de Tomar, mas existe algum grau de liberdade para situações em que tenhamos vantagem em "avacalhar" um bocado. Pode parecer um contra-senso eu estar a advogar esta ideia, sendo tinhoso como sou nas especificações do actual standard, mas a verdade é que as coisas podem coexistir com manutenção das vantagens de um método e outro. Temos o standard actual com características muito apertadas, para projectos dum tipo, e o standard "novo" bastante mais frouxo, para quando houver vontade de alterar arranjos.

Acho mesmo que em Coimbra vamos ter uma excelente oportunidade para eu explicar em detalhe a ideia. Recordas-te daquele esquema com bricks 2x2 que fizemos aquando da exposição do NS? Se puderes trazer um montão de bricks desses, a explicação irá ser muito mais clara (gosto de apoios audiovisuais!) :-)d


Pedro

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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #16 em: 27 de Junho de 2008, 12:56:06 »
Bem, se retirarmos a definição da largura presente no standard formal, podemos no entanto mantê-la informalmente parecida. Vamos supôr que decidimos ter uma largura 7: o traçado da via férrea ganha imenso em flexibilidade, e por outro lado na ausência de fatias de dimensão "fixa" a própria organização dos quarteirões ganha, podendo surgir quarteirões ou avenidas com princípio e fim ou atravessados por via férrea.
Mesmo se optarmos por manter a largura 6, podemos por exemplo não obrigar o comboio a passar na última BP, que pode ficar para cenário (e isto é só um exemplo).

Ok, entendo. Podemos jogar bastante então.
Só precisamos de saber com antecedência que tipo de base (mesas, estrados, etc) e medidas para podermos jogar. E isso nem sempre é possível.

O que interessa reter é que com uma diminuição das restrições do standard podemos na mesma criar módulos absolutamente iguais aos que já temos, e voltar a fazer cidades como a de Tomar, mas existe algum grau de liberdade para situações em que tenhamos vantagem em "avacalhar" um bocado. Pode parecer um contra-senso eu estar a advogar esta ideia, sendo tinhoso como sou nas especificações do actual standard, mas a verdade é que as coisas podem coexistir com manutenção das vantagens de um método e outro. Temos o standard actual com características muito apertadas, para projectos dum tipo, e o standard "novo" bastante mais frouxo, para quando houver vontade de alterar arranjos.

lololol.
A ideia da liberdade de arranjo é muito atractiva, sem duvida.

Acho mesmo que em Coimbra vamos ter uma excelente oportunidade para eu explicar em detalhe a ideia. Recordas-te daquele esquema com bricks 2x2 que fizemos aquando da exposição do NS? Se puderes trazer um montão de bricks desses, a explicação irá ser muito mais clara (gosto de apoios audiovisuais!) :-)d

Claro que levo. :-)d
Relembra-me mais próximo da data, por favor!
tânia
boas construções!

El_gordo

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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #17 em: 27 de Junho de 2008, 13:30:36 »
Bem, se retirarmos a definição da largura presente no standard formal, podemos no entanto mantê-la informalmente parecida. Vamos supôr que decidimos ter uma largura 7: o traçado da via férrea ganha imenso em flexibilidade, e por outro lado na ausência de fatias de dimensão "fixa" a própria organização dos quarteirões ganha, podendo surgir quarteirões ou avenidas com princípio e fim ou atravessados por via férrea.
Mesmo se optarmos por manter a largura 6, podemos por exemplo não obrigar o comboio a passar na última BP, que pode ficar para cenário (e isto é só um exemplo).
Ok, entendo. Podemos jogar bastante então.
Só precisamos de saber com antecedência que tipo de base (mesas, estrados, etc) e medidas para podermos jogar. E isso nem sempre é possível.

Para essas situações, recorre-se ao Standard na sua formulação presente, com dimensões absolutamente definidas. Sendo que ele é, para efeitos práticos, um condicionamento sobre a disposição do Standard na outra versão (ou um subconjunto, se preferires).


Pedro

pedroagnelo

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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #18 em: 08 de Julho de 2008, 19:44:05 »
Re-relançando a discussão, falou-se sobre isto em Coimbra, será melhor refrescar a memória ao pessoal?

Neste momento o fundamental seria a inclusão dos pontos de conectividade em todos os módulos construidos já existentes
Pedro Agnelo

El_gordo

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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #19 em: 08 de Julho de 2008, 20:17:55 »
Re-relançando a discussão, falou-se sobre isto em Coimbra, será melhor refrescar a memória ao pessoal?

Neste momento o fundamental seria a inclusão dos pontos de conectividade em todos os módulos construidos já existentes

Em rigor, os próprios módulos já existentes teriam de ter pontos de conectividade internos: as 3 baseplates edificáveis deveriam tê-los entre si, se os seus componentes forem distintos (o caso de um edifício único maior fica, obviamente, isento).

Já estou a preparar umas imagens MLCAD com isso.


Pedro

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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #20 em: 09 de Julho de 2008, 00:04:21 »
Não te esqueças então de contar desde o limite da estrada, normalmente será o inicio do passeio (para poder alinhar com os sets oficiais)
Pedro Agnelo

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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #21 em: 09 de Julho de 2008, 00:51:36 »
Não te esqueças então de contar desde o limite da estrada, normalmente será o inicio do passeio (para poder alinhar com os sets oficiais)

Perdão? ???
O que eu percebi é que a parte lateral das roadplates fica susceptível de transformação em passeio (se ele se pretender largo) ou em faixa ajardinada (se o passeio se pretender estreito). Nos módulos edificados adopta-se o dimensionamento do CC.

Mas nos esquemas isso deverá ser perceptível.


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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #22 em: 09 de Julho de 2008, 01:02:13 »
O que queria dizer (e tu percebeste) é que os pontos de ligação nos edificios têm que ficar numa localização que permita serem compatíveis com os módulos do CC independentemente do que tiverem pela frente (ou lado). Pode ser passeio, estrada, outra parede, etc
Pedro Agnelo

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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #23 em: 09 de Julho de 2008, 01:17:43 »
O que queria dizer (e tu percebeste) é que os pontos de ligação nos edificios têm que ficar numa localização que permita serem compatíveis com os módulos do CC independentemente do que tiverem pela frente (ou lado). Pode ser passeio, estrada, outra parede, etc

Ah! Sim.
É um bocado como os módulos Moonbase: tem de ter pelo menos uma ancoragem ao módulo seguinte (preferem-se duas), ao estilo CC. A posição dessa ancoragem não é definida pelas regras em nenhuma das 4 faces do módulo, mas o construtor deve ter presente que quanto mais rebuscada for a solução encontrada, mais difícil é a colocação no layout (convida-se ao uso do senso comum).


Pedro

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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #24 em: 09 de Julho de 2008, 01:20:19 »
Sim, é isso! Cada um pode escolher o número de pontos de ancoragem mas esses têm que estar sempre no mesmo local
Pedro Agnelo

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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #25 em: 09 de Julho de 2008, 22:27:03 »
Pessoal, podem explicar para um leigo o que é isso de CC's e pontos de ancoragem?  :?

El_gordo

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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #26 em: 09 de Julho de 2008, 22:35:40 »
Pessoal, podem explicar para um leigo o que é isso de CC's e pontos de ancoragem?  :?

Ora então:
  • CC é a abreviatura de "Café Corner", e duma forma mais lata designa todos os sets que saíram depois e são compatíveis com ele; trata-se do Green Grocer (GG) e numa classe diferente o Market Street (MS).
  • Pontos de ancoragem são no fundocaracterísticas duma construção modular que se destinam única e exclusivamente a encaixar na construção modular seguinte. No caso do CC, os pontos de ancoragem situam-se nas paredes cegas a 90º, e são constituídos em ambos os casos por dois Technic brick 2x2 com um espaçamento entre si de 10 studs, colocados directamente sobre a baseplate.


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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #27 em: 09 de Julho de 2008, 22:39:15 »
Gracias! Percebi.  ;)

Mas então todas as construções da city, terão que respeitar o estilo do CC e ter essa ancoragem?

El_gordo

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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #28 em: 09 de Julho de 2008, 23:29:18 »
Gracias! Percebi.  ;)

Mas então todas as construções da city, terão que respeitar o estilo do CC e ter essa ancoragem?

Qualquer coisa do género. Podes ter construções que individualmente fujam ao padrão, desde que estejam por sua vez inseridas num módulo que o respeite.
Por exemplo, podes ter um prédio que usa uma baseplate 48x48; é possível adaptá-lo para uso no standard ao "acrescentar-lhe" baseplates de 8xN em seu redor ((8+48+8)x(8+48+8) = 64x64), ou de 16xN em dois lados ((48+16)x(48+16) = 64x64), e assegurando que os pontos de ancoragem são colocados de forma a encaixar com os vizinhos.


Pedro

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Re: Revisitando o Standard de Cidade
« Responder #29 em: 09 de Julho de 2008, 23:37:16 »
Mas tenho que apresentar cada edificio individualmente ou posso apresentar um conjunto deles (tipo 3 ou 4) que formem uma praça central? p. ex.