E a propósito disso é que ontem surgiram umas ideias interessantes... para "recauchutar" o Standard sem lhe perder as vantagens. 
Ok, acho bem.
Como poderiamos alterar o percurso do comboio, sem aumentar muito mais o standard em largura?
Bem, se retirarmos
a definição da largura presente no standard formal, podemos no entanto mantê-la
informalmente parecida. Vamos supôr que decidimos ter uma largura 7: o traçado da via férrea ganha imenso em flexibilidade, e por outro lado na ausência de fatias de dimensão "fixa" a própria organização dos quarteirões ganha, podendo surgir quarteirões ou avenidas com princípio e fim ou atravessados por via férrea.
Mesmo se optarmos por manter a largura 6, podemos por exemplo
não obrigar o comboio a passar na última BP, que pode ficar para cenário (e isto é só um exemplo).
O que interessa reter é que com uma diminuição das restrições do standard podemos na mesma criar módulos absolutamente iguais aos que já temos, e voltar a fazer cidades como a de Tomar, mas existe algum grau de liberdade para situações em que tenhamos vantagem em "avacalhar" um bocado. Pode parecer um contra-senso eu estar a advogar esta ideia, sendo
tinhoso como sou nas especificações do actual standard, mas a verdade é que as coisas podem coexistir com manutenção das vantagens de um método e outro. Temos o standard actual com características muito apertadas, para projectos dum tipo, e o standard "novo" bastante mais frouxo, para quando houver vontade de alterar arranjos.
Acho mesmo que em Coimbra vamos ter uma excelente oportunidade para eu explicar em detalhe a ideia. Recordas-te daquele esquema com bricks 2x2 que fizemos aquando da exposição do NS? Se puderes trazer um montão de bricks desses, a explicação irá ser muito mais clara (gosto de apoios audiovisuais!)

Pedro