Trabalho próximo ao mercado de concessionários de veículos e não me lembro de empresas autorizadas a usar o nome da marca em seu nome, pelo menos aqui no Brasil.
O concessionário não tem oficialmente o nome da marca - mas usa a sinalética, correcto? É uma forma de contornar a questão aos olhos do público. No letreiro diz Mercedes, não "Loja com automóveis alemães prestigiados"

A analogia é que os letreiros virtuais no Bricklink são... os próprios nomes das lojas!
É uma questão complexa, mas devo voltar a referir que a LEGO não contactou as lojas para proibir nada - quem proibiu foi a Administração do site Bricklink,
a pedido da LEGO. Há uma diferença substancial. A própria LEGO não deve ter querido meter-se numa discussão em que existia a hipótese
remota de a sua marca ser declarada "de uso corrente", assim deitando a perder todo o esforço de protecção desenvolvido até hoje. Seria inglório.
Por vezes é melhor agir com "força tranquila", mesmo tendo toda a força do mundo.

Pedro