Perguntam a qualquer pai/mãe/encarregado de educação se prefere um brinquedo a pilhas ou que utilize a corrente eléctrica e a grande maioria vai responder pilhas, é mais seguro.
Sou uma minoria. Mas só porque a corrente de 9V é incrivelmente segura.

Com crianças pequenas em casa, a paranóia das tomadas é real. Eles são tão atraídos pelos dois buracos que parece bruxedo.
Evidentemente que como mãe, não dou e não deixo dar brinquedos que precisem de electricidade para funcionarem.
O que é válido, também já constatei que o Duarte gosta de testar os tampões de tomada que eu comprei. Posso porém argumentar que mesmo sendo destinados a crianças, os comboios LEGO são para crianças
que já entraram na escola. Não posso falar por toda a gente, mas
eu aprendi no infantário que as tomadas não eram para mexer - isso, o significado das bandeiras na praia, dos semáforos, e das piscinas e afins não protegidos. Não foram os meus pais a ensinar, foi mesmo no infantário, e quem me dera saber qual foi a abordagem usada
O que acabei de escrever já a Lego sabe à muito. A grande pena é que por causa destas razões, o sistema de comboios se torne muito dispendioso para nós AFOLs. Apesar de achar que eles podem eventualmente pensar num sistema diferente para AFOLs e juntá-lo num pequeno Kit (lembrei-me disto agora
)
Assim todos ficariam contentes 
Era isso que eu defendia: haver um sistema "comum" para uso pela garotada, em que se pudesse retirar os módulos relevantes (receptor IR, pilhas?) e substituir por módulos "crescidos" (receptor DCC ou outro, motor "quitado", essas coisas). O kit para conversão até podia ser caro, se fizesse sucesso seriam sempre mais os produtos vendidos!
Isto implicaria apenas que os módulos fossem de dimensões semelhantes, para ao tirar um caber o outro sem grands alterações. O meu termo de cmparação são os motores 4.5V que tinham caixa idêntica aos de 12V, que por sua vez tinham caixa idêntica aos de 9V. Praticamente qualquer comboio desde os anos 60 é convertível para 9V só substituindo o módulo adequado (que neste caso é o motor).
Se a LEGO conseguisse aproveitar o motor do sistema IR (perfeitamente compatível com o 9V nas dimensões) e criar para ele dois módulos de comando intercambiáveis, um barato e outro "potente", seria fantástico. Algo como os módulos de som nos comboios DUPLO

Pedro